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	<title>Marketing Educacional por Claudio Gonçalves</title>
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	<modified>2012-02-06T23:15:42Z</modified>
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		<name>Claudio Gonçalves</name>
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	<copyright>Copyright 2012, Claudio Gonçalves</copyright>
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		<title>O professor e o ministro da Educação</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Estudei na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) de 1981 a 1985. Lá, entre outras coisas, vi o PT nascer e tive aula com gente muito boa, alguns deles hoje importantes nomes no governo. Um deles foi Celso Daniel, prefeito de Santo André assassinado. Era um cara simples e idealista e, portanto, com enorme chance de ser honesto, apesar de ter entrado para a política. Sua especialidade era economia urbana. Ou seja, o cara tinha jeito pra ser prefeito, e dos bons. Talvez por isso esteja morto.<br />	Um outro que gostei bastante foi o Waldir Catanzaro, uma fera com experiência na área de planejamento e orçamento público, que atuou na Secretaria de Finanças e Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. Catanzaro foi, além de um professor brilhante, consultor. Hoje, ao que parece, arranjou algo mais importante (e mais prazeroso) para fazer: virou artista plástico – continua ensinando, só que agora a pintar.<br /> 	E, finalmente, tive no último semestre aulas magistrais de Formação Econômica do Brasil (ou História Econômica do Brasil, algo por aí) com nada mais nada menos que o Sr. Aloizio Mercadante, na época chefe do Departamento de Economia da universidade. Em seis meses, Mercadante foi capaz de sintetizar e de dar sentido aos outros oito semestres anteriores (não sei por que, mas Economia tinha nove semestres na PUC). A impressão que ficou foi a de que ele tinha acompanhado cada uma das centenas de aulas que tivemos antes e deu sentido a todas elas. Saí de suas aulas entendendo muito esse País e muito mais de economia. Fiz o elo entre o Ciclo da Cana de Açúcar com o do Ouro e o do Café. Entendi um pouco mais os planos de JK e os primeiros anos de nossa industrialização. A escravidão da cana, o homem livre do café, o imperialismo, o mercantilismo, os engenhos do nordeste, tudo fazia sentido. Casa Grande &amp; Senzala ganhou peso. Até mesmo O menino do Engenho, que eu havia lido no ginásio, ganhou outra conotação. E tudo isso porque o Sr. Mercadante, político que hoje não tem sequer minha simpatia, foi um grande, enorme e talentoso professor. Um cara que soube instigar e passar o que sabia, um professor sem pompa e circunstância, mas com muita consistência.<br />	É uma pena que professores assim acabem caindo em algo tão menor quanto a política. Só me resta, como ex-aluno, torcer para que ele seja como ministro da Educação uns 10% do que foi como professor. Oremos.<br /><br />Artigo inédito escrito para a Revista Gestão Educacional]]></content>
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		<title>Escola Games</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Recebi um email do pessoal do <a href="http://www.escolagames.com.br" target="_blank" >www.escolagames.com.br</a> . Segundo os desenvolvedores, é um site gratuito de jogos educativos para crianças a partir de 5 anos e todos os jogos são desenvolvidos com acompanhamento pedagógico para que elas aprendam brincando.<br />Não custa nada divulgar uma iniciativa. E também não custa nada conhecer. Acesse: <a href="http://www.escolagames.com.br" target="_blank" >www.escolagames.com.br.</a><br /><br />Valeu.  <br /><br />E bom 2012 a todos que tem a difícil (e doce) tarefa de educar esse enorme país.<br /><br /><br />Sucesso a todos. Saúde, paz e harmonia.<br /><br />]]></content>
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		<issued>2012-01-01T00:00:00Z</issued>
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		<title>Artigo Publicado na Revista Gestão Educacional de Dezembro/11</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[<img src="images/revista_dezembro:11.jpg" width="484" height="637" border="0" alt="" />]]></content>
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		<issued>2011-12-15T00:00:00Z</issued>
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		<title>Conar veta anúncios da Unip </title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Segundo a matéria do site da Revista Exame (http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/conar-veta-anuncios-da-unip), o Conar tirou do ar uma campanha da Unip. Já era hora. O Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária vinha se enveredando por um caminho muito questionável, se preocupando sobremaneira com o politicamente correto, ao invés de defender a verdade. <br />Mas, parece ter retomado seus trilhos. Quando esse governinho aí tentou tirar  do ar a campanha de calçinhas com a Gisele Bundchen com a alegação de que a mesma denegria a imagem da mulher, o Conar, acertadamente, arquivou o absurdo. Ora, meu Deus, que mulher no mundo não sabe que sua sensualidade é uma arma e um meio de se obter o que se quer? Até Eva sabia disso.<br />Agora, o que talvez as pessoas não saibam é que EFETIVAMENTE, a UNIP não é a que mais aprova na OAB.<br />Segundo a matéria do site &quot;Ao todo, 230 candidatos foram aprovados no último exame em meio aos 3.020 alunos que se inscreveram; o aproveitamento foi de 7,6%. Com 43 inscritos, a UnB aprovou 29 (67,4%). A USP, com 301 alunos, teve 191 alunos aprovados (63,4%).&quot; <br />É ou não para ser tirada do ar? Ou seja, como a Unip tem centenas de milhares de alunos, é de se esperar que em números ABSOLUTOS, ela aprove mais. Aqui, ela esqueceu a porcentagem, que seria o mais correto.<br />Mas, quando a Unip fala do ENADE, mostra, espertamente, porcentagens. Ora, 100% do que? Alguém me explica? O Enade gera uma nota, um conceito, não uma porcentagem. <br />Portanto, meu querido Conar, vai aqui mais uma boa chance de demonstração de lucidez: tire também a campanha do Enade da Unip do ar. Afinal, você foi criado para defender o consumidor e a verdade. E não os bons costumes.<br />Vamos tirar essas &quot;deputadices&quot; da propaganda brasileira.<br /><br />Tenho dito.<br /><br /><br /><br />]]></content>
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		<issued>2011-12-13T00:00:00Z</issued>
		<modified>2011-12-13T00:00:00Z</modified>
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		<title>O que as escolas não ensinam.</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Recentemente, Bill Gates enumerou em uma conferência em uma escola secundária, 11 coisas que  os estudantes não aprenderiam na escola.<br /><br />Aqui vão elas:<br /><br />1)	A vida não é fácil. Acostume-se com isso.<br />2)	O mundo não está preocupado com sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de sentir-se bem.<br />3)	Você não ganhará R$ 20.000,00 por mês assim que sair da escola. Você não sera vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.<br />4)	Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.<br />5)	Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de “oportunidade”.<br />6)	Se você fracassar, não é culpa dos seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.<br />7)	Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim, por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voce dizer que eles são ridículos. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.<br />8)	Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não parece com absolutamente  NADA na vida real. Se pisar na boa, está despedido: RUA. Faça certo da primeira vez.<br />9)	A vida não é dividida em semestres. Você não terã sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.<br />10)	 Televisão não é a vida real. Na vida real as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.<br />11)	 Seja legal com os CDF’s (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns bobos). Existe uma grande probabilidade de você ir trabalhar para um deles.<br /><br /><br />Bill Gates está certo. Tanto lá quanto cá, estamos criando uma geração de monstros ególatras, que se acham o centro do universo. Vivemos a era de Narciso. Se você tem dúvida, respire fundo, tampe o nariz e assista pelo menos um dia o pior programa da TV Brasileira, o famigerado BBB. Você vai ver um monte de jovenzinhos mimados, batendo no peito e bradando “eu sou autêntico”, como se isso fosse uma enorme qualidade. Para eles, ser autêntico (que no caso, nada mais é dizer e fazer o que quer e sem conseqüencias, sem se preocupar com as outras pessoas) é a maior das qualidades. Maior do que ser caridoso, fraterno ou compreensivo, por exemplo.<br />Quer outro exemplo? Bem-nascidos da USP lutando pelo “nobre” direito de fumar maconha na universidade (que nós pagamos) sem serem perturbados pela polícia. Ora, faça-me o favor.  Uma enxadinha pra cada um e uma glebazinha de terra de sol a sol, para eles aprenderem o que é viver.<br />Temo muito por essa geração que manda nos pais e ignoram os avós. Temo muito uma sociedade onde nem as escolas nem as famílias sabem mostrar aos jovens o que é a vida.<br /><br />Quando dei aulas de criação publicitária e de redação em uma faculdade, dizia aos alunos no primeiro dia de aula que eu não era professor e eles não eram alunos. Eu era cliente e eles, agências. E, que, se não entregassem os trabalhos nos prazos, perderiam o cliente. Se fizessem algo meia-boca, seria rejeitado e haveria refação.  Se não viessem a aula, seria como perder uma reunião. Dei vários zeros. Mas formei muita gente para o Mercado. Acho que assim tem chance de funcionar.<br /><br />Artigo Inédito escrito para a Revista Gestão Educacional<br /><br /><br />]]></content>
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		<issued>2011-11-30T00:00:00Z</issued>
		<modified>2011-11-30T00:00:00Z</modified>
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		<title>Universidades deverão informar situação de cursos a candidatos</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Noticia da Veja.<br /><br /><a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/universidades-deverao-informar-situacao-de-cursos-a-candidatos" target="_blank" >http://veja.abril.com.br/noticia/educac ... candidatos</a>]]></content>
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		<title>Metade das vagas de ingresso no ensino superior do país sobrou em 2010</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Notícia do UOL Educação.<br /><br /><a href="http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/11/11/metade-das-vagas-de-ingresso-no-ensino-superior-do-pais-sobrou-em-2010.jhtm" target="_blank" >http://noticias.uol.com.br/educacao/201 ... -2010.jhtm</a>]]></content>
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		<title>É possível para um aluno brasileiro estudar de graça em Yale, diz diretor da universidade</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Notícia do Uol.<br /><br /><a href="http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/10/04/e-possivel-para-um-aluno-brasileiro-estudar-de-graca-em-yale-diz-diretor-da-universidade.jhtm" target="_blank" >http://vestibular.uol.com.br/ultimas-no ... idade.jhtm</a>]]></content>
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		<title>O gênio</title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[O gênio criou quase tudo. Criou um jeito eficaz de fabricar na China em um lugar com o maior número de suicídios por metro quadrado do planeta. Criou um jeito de escravizar seu telefone ao seu computador. Criou um jeito de impossibilitar você de dividir uma música com outra pessoa sem ter que pagar pedágio. Criou um jeito de escravizar músicos de uma forma inovadora (eles já eram escravos de outro esquema). Criou um computador caro que tem o mesmo processador dos baratos. Criou um treco que é um celular agigantado e que não telefona. Criou uma loja de software para o mundo e outro para o Brasil, com regras e preços bem diferentes. Criou um notebook caro que vem sem teclado. Um computador show de bola que não tem USB. Criou. há anos, um computador sem CD, sem driver de disquete e sem a menor chance de você fazer nada com ele. Criou um mouse que não funciona sozinho porque tem um botão só (e precisa de outra mão para fazer o serviço no command). Criou um jeito simples de fazer “ç” que precisa de 6 dedos e 2 mãos. Criou um mouse sem fio que precisa de pilhas (haja pilhas). Um teclado menor que um palmo e que não dá pra digitar (também movido a pilhas). Criou um jeito de cobrar caro pelo que podia ser barato. Assim, claro, criou um império. Uma fortuna pessoal. E até mesmo uma lenda de genialidade.  Enfim, o gênio criou quase tudo. Só não criou a cura do câncer. E isso fez toda diferença.<br /><br /><br /><br />Peço desculpas aos leitores pelo tamanho diminuto do artigo. Mas, no dia da morte de Steve Jobs (que, realmente era um gênio. Em causa própria, mas gênio), eu não poderia escrever sobre outro assunto. E nem muito. Afinal, meu computador tem um teclado diminuto e desconfortável: também é Apple.  Rest in peace.<br /><br /><br />Artigo inédito escrito para a Revista Gestão Educacional.]]></content>
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		<title>Após crescer durante 6 anos, matrícula no ensino superior cai 11,6% no País </title>
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		<content type="text/html" mode="escaped"><![CDATA[Notícia do Estadão: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,apos-crescer-durante-6-anos-matricula-no-ensino-superior-cai-116-no-pais-,775783,0.htm" target="_blank" >http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 5783,0.htm</a>]]></content>
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