Desafios da Educação 
Tuesday, November 3, 2009, 14:35 - Entrevista
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Matéria sobre nosso business publicada pelo Meio & Mensagem, onde fui uma das fontes (box azul). Para ler a íntegra, salve a matéria como imagem e depois aplique zoom.


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A reforma ortográfica por José Simão 
Wednesday, October 21, 2009, 13:47 - Entrevista
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Assista ao vídeo no site do UOL. Vale a pena.

http://educacao.uol.com.br/portugues/re ... thais.jhtm
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"Trabalho há mais de 30 anos com escola que não tem aula, série e prova, e dá certo", diz educador português 
Tuesday, June 30, 2009, 15:02 - Entrevista
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Matéria do UOL.

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/ ... u8320.jhtm
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Perfil - Sandoval Nassa – Um profissional sempre à frente do seu tempo 
Thursday, May 7, 2009, 15:54 - Entrevista
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Essa matéria inaugura uma nova seção da nossa Newsletter Business & School, reproduzida aqui em primeira mão.

A partir desta edição, o Business & School trará o perfil de profissionais que fazem o marketing e a comunicação das principais instituições privadas do Brasil, por meio do relato de suas trajetórias, seus desafios e suas conquistas. Estreando o espaço, convidamos um dos mais importantes representantes do marketing educacional do País, atualmente no comando do marketing da FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas. Com vocês, Sandoval Nassa.
Se fosse preciso escolher uma palavra para sintetizar a trajetória profissional de Sandoval Nassa, essa palavra seria “pioneirismo”. Tendo o jornalismo como formação, Sandoval foi levado ao marketing educacional em 1992, numa época em que ninguém sabia do que se tratava, e começando pela contramão do que seria a evolução da atividade nos anos seguintes: em uma universidade pública, a UNESP.
Sua permanência na instituição se deu pelo tempo de gestão do governo que o colocou no cargo, mas foi o suficiente para ser uma importante escola para o que assumiria depois, em mais quatro universidades privadas em que atuaria até chegar à FMU, em setembro do ano passado.
Para Sandoval, não existe fórmula ou mistério sobre o marketing educacional. Em mais de 15 anos de experiência, ele aprendeu várias lições sobre sua atividade, as quais sintetiza em algumas palavras: “O marketing educacional é fundamental para qualquer instituição de ensino, mas só consegue gerar resultados a partir do forte desejo e da capacidade dos mantenedores em crescer e investir”.
Com isso, Sandoval quer dizer que, além da divulgação/propaganda, é preciso planejar a infraestrutura e os produtos da instituição para absorver a demanda que ela deverá trazer. E não fala isso à toa. Em todos os lugares em que atuou, com ações ousadas e inovadoras, ele fez crescer vertiginosamente o número de alunos.
À frente da FMU há poucos meses, Sandoval relata estar no lugar certo para coroar sua carreira. Ingressando com uma nova gestão, o profissional tem como missão consolidar a marca da instituição, conferindo-lhe a grife que merece pela qualidade de seu produto.
Dentro desse objetivo está o rejuvenescimento da marca da FMU, aliado a uma linha de comunicação que amplia o compromisso da instituição com seus alunos para ações que ofereçam seu conteúdo qualitativo também para a sociedade.
Dois exemplos nesse sentido são citados por Sandoval: a parceria com o Museu da Língua Portuguesa para o lançamento do Guia da Reforma Ortográfica, redigido por professores da FMU com revisão do Museu, e o Ciclo de Palestras Acadêmico-Profissionais, que conta com as principais personalidades do cenário econômico, político e social do País. Um evento gratuito, realizado dentro de um de seus campi e aberto a toda a população. “Com isso, além de expandir nossa marca para a sociedade, despertando o interesse de públicos estratégicos, imprimimos orgulho no nosso aluno, gerando um endomarketing muito importante para a instituição.”
Paralelamente, a comunicação da FMU tem se mostrado bastante integrada com a evolução das mídias com forte investimento em meios digitais e redes sociais, que já se confirmam como importantes ferramentas pela capacidade, ao mesmo tempo, de foco e alcance. “Google, blogs e convergência de ações para o site da própria instituição são algumas das atividades trabalhadas pela área de comunicação, com custo-benefício muito interessante”, declara Sandoval.
Questionado a respeito de como a crise está sendo interpretada pela FMU e se ela poderia interferir na comunicação da instituição, Sandoval é taxativo: “Entendemos a crise de forma global, mas ela só nos motiva a acelerar e a reinvestir em nossos objetivos. O momento é da FMU, e não podemos perder esta oportunidade”.

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Europa quer atrair estudantes brasileiros  
Wednesday, March 25, 2009, 11:01 - Entrevista
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Stela Campos, de São Paulo
25/03/2009
Valor Econômico

Rogerson, do "Study in Europe" diz que Brasil é prioridade do projeto em 2009

O programa "Study in Europe", mantido pela Comissão Européia, focará este ano o Brasil. Ele será destaque na 10º edição da Expobelta, feira de educação internacional, que acontece em São Paulo entre os dias 27 e 29 de março, e no dia 31, em Belo Horizonte. O evento reunirá representantes de instituições de ensino de 30 países.

Criado em 2007, o programa tem o objetivo de incentivar estudantes estrangeiros a realizarem cursos em universidades do "velho continente". O consultor sênior do programa, Mark Rogerson, estará no país esta semana para participar da Expobelta. Antes da viagem, concedeu entrevista ao Valor, de Londres. A seguir leia trechos dela:

Valor: Como funciona o programa "Study in Europe"?

Mark Rogerson: Trata-se de um projeto da Comissão Européia para tornar mais viável o acesso de estudantes estrangeiros ao ensino europeu. O coração do programa é o nosso website (www.study-in-europe.org). É onde os interessados podem começar sua busca. Ele reúne informações sobre 32 países, quais as bolsas de estudo e empréstimos disponíveis e dá orientações de como obter o visto em cada lugar. É uma forma que encontramos para dar visibilidade ao que existe na região.

Valor: Porque o Brasil foi escolhido como alvo da divulgação do programa este ano?

Rogerson: Escolhemos o Brasil porque ele é um dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China). É um país que se tornou muito importante economicamente nos últimos anos. No ano passado, nosso foco de divulgação foi a Rússia.

Valor: A crise econômica não está afugentando os estudantes estrangeiros da Europa?

Rogerson: Se a crise econômica fará o estudante repensar se deve estudar fora do seu país, eu não sei. Acredito que o ensino superior é um compromisso de três, quatro anos, minha intuição diz que os alunos vão pensar além da crise. Eles vão ponderar que precisarão estar qualificados para quando as coisas começarem a melhorar.

Valor: O custo para os brasileiros estudar fora subiu por conta da mudança na taxa de câmbio. Este não seria um empecilho imediato?

Rogerson: Eu acredito que existem mais coisas para se pensar sobre o custo de se estudar na Europa. Existem muitos países onde o custo de vida é mais baixo. A Europa oferece qualidade e diversidade. Muitas instituições de ensino têm um preço mais acessível do que as escolas americanas, por exemplo. Para se ter uma ideia aproximada, um curso de especialização sai entre ? 2 mil e ? 6 mil por semestre. Mas existem inúmeras opções, cujo preço varia conforme o país, a escola.

Valor: Que tipo de estudante vocês estão buscando?

Rogerson: Principalmente, os que procuram cursos técnicos e universitários.
Não procuramos interessados em cursos de MBA, porque eles acontecem nas escolas de negócios.

Valor: O objetivo de sua visita é também divulgar o programa Erasmus Mundus.
Como ele funciona?

Rogerson: O Erasmus Mundus é um programa de bolsas que divulgamos. Ele cria mobilidade e cooperação na área de educação superior, que permite ao aluno estudar em diversos países, seguindo o mesmo currículo. A Comissão Européia tem investimentos previstos de aproximadamente ? 950 milhões até 2013 neste programa.

Valor: Quantos brasileiros estudam na Europa e quais são os destinos preferidos?

Rogerson: No ano passado, tivemos 12 mil brasileiros estudando na Europa, basicamente no Reino Unido, França, Alemanha, Espanha e Portugal. Eu acho que os estudantes devem escolher o país que lhes agrada. Nossa missão é mostrar todas as possibilidades existentes, outros países e culturas. Se você quer fazer um curso acadêmico pode realizá-lo em mais de um país. Esta proximidade entre culturas diversas é um dos pontos fortes de se estudar na Europa.


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