Segunda entrevista no Grandes Nomes da Propaganda 
Tuesday, January 20, 2009, 17:34 - Entrevista
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Mais alguns cases de campanhas de IES mostrados no Programa Grandes Nomes da Propaganda, da MGM. Foi ao ar dia 11/01/09.
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Somos craques em crises. 
Tuesday, January 20, 2009, 13:27 - Artigo Inédito
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Eu vivi isso na pele: no dia em que saiu no jornal a lista de aprovados da PUC-SP com meu nome nela, meu pai perdeu o emprego. Estávamos no comecinho de 1981. Estávamos no início da década perdida. Os anos 80 foram implacáveis com o Brasil. Depois do “milagre brasileiro” da década anterior, chegava a hora de pagar a conta. As torneirinhas do crédito internacional estavam se fechando. E ainda estávamos sob os efeitos do segundo choque do petróleo, de 1979. Tempos depois, em 1986, Sarney decreta uma moratória: mais crise. A vida do Brasil sempre foi assim.
Depois de uma década de estabilidade e algum crescimento, nós já nos esquecemos disso. Esquecemos que somos craques em enfrentar crises. Já tivemos réis, cruzeiros, cruzeiros novos, cruzados, cruzados novos, cruzeiros reais e reais. Sem se falar nas tablitas, URVs, etc.
Sim, hoje há uma crise lá fora. Mas, dessa vez a culpa não é nossa. E, dessa vez, estamos bem mais preparados para ela.
É claro que toda crise afeta todos os agentes econômicos de um país. E o negócio educação não passara incólume. Crises geram desemprego, que, em escolas se traduzem em inadimplência e evasão.
Agora, filosofando sem profundidade, desemprego está intimamente ligado à qualificação comparada: se eu tiver que dispensar um entre dois funcionários, vou comparar suas qualidades. O mais qualificado acaba ficando.
Profissionais imprescindíveis raramente são dispensados. E, invariavelmente possuem boa escolaridade. Ou seja, momentos de crise são momentos da verdade.
Se tivermos competência para mostrar isso à sociedade, pelos menos a procura por serviços educacionais estará assegurada.
Por outro lado, para estacar a evasão, programas especiais de negociação de débitos, parcelamentos, descontos ajudam muito.
Resumindo, temos duas tarefas: primeiro mostrar para nosso cliente que estudar é importante, principalmente num momento de crise. E, segundo, que faremos tudo o que for possível para que ele continue conosco.
Fazendo isso, teremos boas chances de sair de mais uma crise. E ainda mais fortes.

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AllTV 
Monday, January 12, 2009, 20:15 - Entrevista
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Pessoal, amanhã à noite (20h30) estarei ao vivo na alltv.com.br no programa Contato com a Propaganda.

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Grandes Nomes da Propaganda 
Friday, January 9, 2009, 10:29 - Entrevista
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Pessoal, no próximo domingo (11/01) estarei no programa Grandes Nomes da Propaganda da MGM (NET 68), às 10h da manhã.

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A EDUCAÇÃO, O PÚBLICO E A PRIVADA. 
Wednesday, January 7, 2009, 00:14 - Artigo Inédito
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A EDUCAÇÃO, O PÚBLICO E A PRIVADA.
A notícia é fresquinha, mas a situação é bem antiga. E não é exclusividade do país do futebol: O Brasil gasta oito vezes mais com juros do que com educação (http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/11/12/governo_gasta_em_juros_mais_de_oito_vezes_que_aplica_em_educacao_diz_ipea-586365931.asp).
Países pobres ou emergentes caem nessa armadilha. Será coincidência? Acho que não. Acho que se trata de uma fórmula. Uma espécie de receita de bolo. Países pobres devem aos países ricos. Países devedores devem prestar contas ao FMI, por exemplo. E o FMI tem certa predileção por corte de investimentos em educação.
Fique tranqüilo. Quem vos escreve não é alguém de esquerda, que acha que o mal do mundo é o capitalismo. Não. O que estou dizendo é constatação. Não há um único país devedor ou com déficit primário com uma educação exemplar. Há quem diga até que na maior economia do mundo vem acontecendo o mesmo. O nível da educação nos Estates vem caindo na proporção que o déficit orçamentário do Governo foi subindo.
Isso é gestão: Corta-se educação para pagar outra coisa.
Aqui, em terras tupiniquins, os resultados dessa prática são evidentes (mesmo agora, livres do FMI). Uma escola pública de base fraca, que compromete todo o resto porque o aluno egresso da base pública não consegue ter acesso ao ensino superior público. Há então uma inversão total.
Quem sempre estudou na escola pública vai para o sistema privado no ensino superior. Ao passo que só quem estudou nos melhores colégios particulares têm acesso às universidades públicas.
Seriam essas universidades públicas realmente melhores que as particulares? Ou elas conseguem ter os melhores alunos? São tão fracas mesmo as faculdades particulares, ou não podem ser mais fortes porque a base de seus alunos foi deficiente? Dúvida cruel.
O fato é que a sociedade já tem a sua leitura de tudo isso: ensino de base de qualidade é o privado. Já, no superior, qualidade é exclusividade das públicas.
Ora, isso chega a ser dialético (mais uma vez: não sou marxista. Sou publicitário) Como uma coisa tem qualidade até a página 2 apenas?
Fossem os mantenedores de escolas particulares todos incompetentes e ávidos apenas pelo lucro, o ensino privado como um todo seria um lixo. Não haveria sequer um Colégio renomado. Por que então, jogar todo o ensino superior privado numa vala comum? Isso é, no mínimo, leviano.
Como (ex) professor universitário, pude comprovar uma coisa: por mais que um professor queira dar uma aula brilhante para determinada turma, esse brilhantismo depende do nível que a turma consegue ter. É tudo fruto de um processo cumulativo que vem desde a pré-escola.
Fosse eu um professor de Redação Publicitária excessivamente exigente, nenhum aluno meu seria aprovado. Por que eles não conhecem as regras básicas da língua-mãe, que foi ensinada numa escola pública. O que era fraco? Eu (bem possível)? A faculdade que me colocou em sala? Ou a bagagem de cada aluno?
Provavelmente, fosse eu professor da ECA (USP), minha aula seria bem diferente. Por que meus alunos teriam possivelmente mais bagagem, adquirida em escolas particulares.
O que é bom? O que é ruim? O que é público e o que é privado?
Como publicitário, prescreveria às escolas particulares de ensino superior uma campanha de esclarecimento dizendo exatamente isso: SEREMOS MELHORES UNIVERSIDADES QUANDO O SISTEMA PÚBLICO NOS ENTREGAR ALUNOS MELHORES.
Agora, como brasileiro, prescreveria ao Governo uma gestão mais estratégica, que privilegiasse o ensino de base. Que olhasse o ensino como investimento e não como gasto.
Foi assim na Coréia. Pode ser aqui.
Aí sim tiraremos nosso país e nosso sistema educacional da privada.

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